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Software Development

Formerly Universo Varejo

About us

A UV resolve o problema que nenhum ERP genérico consegue superar: a complexidade de gerir múltiplas unidades com padrões, cultura e performance alinhados à visão central - seja uma rede de franquias, uma operação própria multiunidade ou qualquer modelo de negócio que opere em escala, com pessoas, processos e decisões distribuídos geograficamente. Trabalhamos com líderes que já perceberam que a expansão criou um novo nível de problema e que ferramentas para outros modelos de negócio não foram feitas para esse desafio. Nossa plataforma foi desenvolvida para quem opera em rede: da estruturação e implantação de novas unidades à gestão de padrões, desempenho e inteligência de campo, tudo em um único ambiente, com a profundidade que uma operação de alto crescimento exige. Entregamos a capacidade de execução que transforma estratégia em resultado mensurável em cada ponto da rede, independentemente de quantas unidades, modelos contratuais, setor de atuação ou localidade envolvidas, tudo muito além de um software de gestão. Se sua operação cresceu mais rápido do que sua capacidade de gerenciá-la com precisão, é provável que já estejamos atrasados nessa conversa. Pontos de decisão que líderes de expansão, operações e múltiplas unidades reconhecem antes de nos procurar: • Visibilidade fragmentada sobre performance entre unidades • Processos de expansão dependentes de pessoas-chave, não de sistemas replicáveis • Dificuldade em garantir padrão operacional sem escalar equipe na mesma proporção • Comunicação com unidades reativa e distância virando desculpa para variação de resultado • Falta de inteligência consolidada para decisões que impactam toda a rede UV - o elo entre a estratégia da liderança e o resultado de cada unidade.

Website
http://www.uvfranchising.com.br
Industry
Software Development
Company size
11-50 employees
Headquarters
São Paulo
Type
Privately Held
Founded
2007
Specialties
Retail, Varejo, Software, Franchise Management, Intranet, Field Service, Training, Gerenciamento de Franquias, Consultoria de Campo, Expansão, Compras, Showroom, Order Management, Online Store, Queue Management, Gerenciamento de Filas, NPS/CSAT, Checklist, EAD, Satisfação do Cliente, Gestão, Moda, Franchising, Suprimentos, and Loja Virtual

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Updates

  • 📢 A ABF Associação Brasileira de Franchising já aponta em estudos anteriores que apenas 5,9% das operações de #franquia foram encerradas em relação à taxa de mortalidade de pequenos negócios independentes no Brasil. Esse dado costuma ser usado como argumento a favor da resiliência do sistema de #franquias frente ao empreendedorismo independente. ⚠️ Mas ele também esconde uma leitura complementar, menos confortável: encerrar uma unidade é apenas o desfecho extremo de um processo de deterioração que, na maioria dos casos, começou muito antes, com pequenos desvios de padrão que não foram identificados ou até mesmo corrigidos a tempo. Entre a unidade que opera dentro do padrão e a unidade que fecha as portas, existe um longo espectro de situações intermediárias: queda de NPS, redução de recompra, aumento de reclamações, alta rotatividade de equipe, queda de ticket médio, atraso em royalties, descumprimento de itens de auditoria. Cada um desses sinais, isoladamente, pode parecer um problema pontual e local. Quando a #franqueadora não tem capacidade de consolidar esses sinais em escala, ela perde a capacidade de agir preventivamente e passa a reagir apenas quando o problema já afeta o resultado financeiro da unidade e a percepção do cliente sobre a marca. Esse é, precisamente, o motivo pelo qual a pergunta que dá título a este artigo é tão desconfortável e, ao mesmo tempo, tão necessária. Quantas unidades da sua rede estão, agora, fora do padrão? Se a resposta não vier de forma imediata, com dados objetivos, a rede provavelmente está gerindo sua operação com base em percepção e não em evidência, um risco que se torna proporcionalmente maior a cada nova unidade inaugurada. 👉 Veja por que esse tema merece atenção da alta liderança, no artigo completo que você encontra no UV Blog: https://lnkd.in/d8HBjJGi #Franchising #Franquias #GestãoDeRedes #Padronização #PerformanceOperacional

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  • Para a alta liderança de uma #franqueadora, a diferença entre uma solução genérica e uma solução especializada no franchising não é uma questão de preferência tecnológica, é uma questão de qualidade de decisão. Alguns pontos que ilustram essa diferença: ☑️ Padronização: como um processo mensurável, soluções especializadas transformam os padrões operacionais da manual da marca em indicadores auditáveis, permitindo saber, unidade por unidade, o grau de aderência ao padrão, e não apenas presumir esse grau com base em visitas esporádicas. ☑️ Visão consolidada e comparável: painéis próprios para o #franchising permitem comparar unidades entre si, identificar outliers positivos e negativos, e direcionar o suporte para onde ele é mais necessário, em vez de distribuir esforço igualmente entre toda a rede. ☑️ Gestão do relacionamento: o #franqueado é um ativo estratégico, um parceiro de longo prazo cujo engajamento impacta diretamente o desempenho da unidade. Sistemas especializados tratam esse relacionamento como uma jornada a ser gerida, com marcos, riscos e oportunidades específicas de cada fase. ☑️ Antecipação de risco: cruzando dados de auditoria, treinamento, giro de equipe e indicadores financeiros, é possível identificar sinais de desvio de padrão antes que ele se torne visível para o cliente final e antes que vire uma crise de marca. ☑️ Escalabilidade: para não perder o controle dos padrões estabelecidos, à medida que a rede cresce em número de unidades e regiões, a especialização setorial permite manter o mesmo nível de rigor de gestão que existia quando a rede tinha um décimo do tamanho atual. O relatório da FRANdata e da International Franchise Association reforça exatamente essa lógica ao destacar que a consolidação em torno de operadores multiunidade mais experientes e mais bem capitalizados vem fortalecendo o desempenho do sistema como um todo, e ao apontar que a inteligência artificial embarcada em operações de #franquia deixou de ser experimentação e passou a fazer parte do núcleo da gestão, da seleção de franqueados ao agendamento de mão de obra e à gestão de estoque. À medida que uma rede cresce, a qualidade das decisões passa a depender cada vez menos da experiência individual e cada vez mais da capacidade de transformar informações em inteligência de gestão. E isso exige ferramentas próprias para a realidade do sistema de franquias. 👉 Quer entender melhor esse cenário e conhecer outros fatores que impactam na padronização e no desempenho das redes? Acesse o artigo completo no UV Blog: https://lnkd.in/d8HBjJGi #Franchising #Franquias #GestãoDeRedes #Padronização #PerformanceOperacional

  • 💭 Se hoje alguém perguntasse na sua rede "quantas das suas #franquias estão, neste exato momento, operando fora dos padrões estabelecidos da marca", a liderança conseguiria responder com precisão, em minutos, com dados confiáveis e atualizados? Para a grande maioria, a resposta sincera seria: “não sei ao certo". E essa incerteza, silenciosa e recorrente, é hoje um dos maiores riscos ocultos na gestão de #franqueadoras que já superaram a fase inicial de expansão e vivem a complexidade de operar dezenas, centenas ou milhares de unidades. No novo artigo do UV Blog, mostramos por que a falta de visibilidade sobre a operação das unidades se tornou um dos principais desafios das redes em crescimento e como você pode transformar dados em decisões mais rápidas e precisas. 👉 Acesse o conteúdo completo aqui e compartilhe com mais pessoas: https://lnkd.in/d8HBjJGi #Franchising #Franquias #GestãoDeRedes #Padronização #PerformanceOperacional

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  • Vamos ser objetivos, a fragmentação tecnológica produz perdas mensais mensuráveis em pelo menos cinco dimensões críticas para qualquer rede de porte: ❌ Tempo de gestão desperdiçado: equipes de COO, diretores de operações e consultores de campo gastam seu tempo útil consolidando dados manualmente ao invés de atuarem como agentes estratégicos de melhoria de rede. ❌ Atraso no diagnóstico de problemas: sem visão em tempo real e integrada, desvios operacionais e quedas de desempenho são identificados com semanas ou meses de atraso. Em redes competitivas, isso pode significar perda irreversível de posicionamento de mercado para a unidade afetada. ❌ Erosão da padronização de marca: a força de uma rede de #franquias é sua consistência. Sem ferramentas integradas que monitorem e reforcem padrões, a uniformidade da experiência do consumidor se deteriora progressivamente, com impacto direto no NPS da rede e na percepção de valor da marca. ❌ Ineficiência no relacionamento com franqueados: comunicação desorganizada, suporte reativamente acionado e ausência de histórico centralizado criam atritos desnecessários e reduzem a satisfação dos #franqueados, aumentando o risco de inadimplência, litígios e não renovação de contrato. ❌ Decisões de expansão baseadas em dados incompletos: o processo de seleção de novos franqueados, escolha de territórios e dimensionamento de suporte operacional exige informações precisas sobre o desempenho histórico da rede. Sem um sistema unificado, essas decisões são tomadas com base em percepção, não em evidência. Essas perdas nem sempre aparecem imediatamente nos indicadores financeiros. Mas, quando se repetem mês após mês, comprometem a eficiência da operação, a capacidade de crescimento e a competitividade da rede. Você já se perguntou quanto da perda de desempenho da sua operação pode estar sendo causada não pela estratégia da rede, mas pela falta de integração de informações? 👉 Para entender outros pontos importantes para essa discussão, acesse o artigo completo no UV Blog: https://lnkd.in/dZkW7tHA #Franchising #Franquias #GestãoDeRedes #EficênciaOperacional #TecnologiaParaFranquias

  • Ao longo do trabalho com redes de #franquias em diferentes segmentos e estágios, identificamos padrões consistentes nas franqueadoras que chegam ao final do ano tendo cumprido ou superado seus planos. Elas não são necessariamente as que têm as melhores marcas ou os melhores produtos. São as que tomam decisões melhores no segundo semestre. ☑️ Prioridade 1: Segmentar antes de agir Redes maduras segmentam: unidades de alto desempenho precisam de estímulo e retenção; unidades medianas precisam de alavancas de crescimento; unidades críticas precisam de intervenção estruturada. Essa segmentação orienta o uso do tempo do time de campo, que é escasso. Se cada consultor atende em média 22 franqueados simultaneamente, não há margem para operar sem priorização clara. ☑️ Prioridade 2: Dados centralizados como base de decisão O segundo semestre de redes que crescem exige velocidade de decisão. #Franqueadoras que ainda dependem de planilhas consolidadas manualmente ou de informações fragmentadas por canal operam com desvantagem estrutural. Dados centralizados não são um projeto de TI, são um requisito estratégico. ☑️ Prioridade 3: Renegociar metas com base em realidade, não em otimismo Uma das armadilhas mais comuns no meio do ano é a resistência em revisar metas. Metas definidas em janeiro com base em premissas que mudaram no segundo trimestre não devem ser mantidas por orgulho corporativo. A ABF Associação Brasileira de Franchising, ao projetar crescimento de 8% a 10% para 2026, já considerou a “acomodação da atividade econômica” e os juros elevados. Redes que ignoram esse contexto no planejamento do segundo semestre tendem a comprometer metas que eram, na verdade, alcançáveis com ajustes pontuais. ☑️ Prioridade 4: Ativar os franqueados como parceiros estratégicos As redes mais resilientes que conhecemos tratam o segundo semestre como uma oportunidade de ativar o que chamamos de 'capital de rede': o conhecimento, a energia e o comprometimento coletivo dos #franqueados. Não é coincidência que a ABF tenha lançado em 2026 a 1ª Convenção Nacional de Franqueados, reconhecendo explicitamente que o franqueado é “protagonista da expansão, da experiência do consumidor e da sustentação financeira das redes”. Franqueadoras que já operam com essa lógica colhem resultados melhores no segundo semestre. O segundo semestre raramente é decidido pela qualidade do planejamento feito em janeiro. Ele costuma ser definido pela capacidade da liderança de adaptar prioridades, redistribuir recursos e agir com base no que a operação está sinalizando agora. Sua rede está entrando no segundo semestre com um plano feito em janeiro ou com ajustes feitos ao longo do caminho? 👉 Para aprofundar essa reflexão, acesse o artigo completo no UV Blog: https://lnkd.in/dAwNz4QE #Franchising #GestãoDeRedes #Operações #Governança #GestãoDePerformance

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  • Em nosso mais novo artigo no UV Blog apresentamos um instrumento de autoavaliação estruturado para lideranças de redes de #franquias. O objetivo não é gerar um número definitivo, mas forçar a reflexão e identificar as áreas que demandam atenção imediata. Ele avalia quatro dimensões críticas da gestão da rede: ✔️ Operação das unidades ✔️ Relacionamento com #franqueados ✔️ Expansão e crescimento ✔️ Capacidade organizacional interna Após somar os pontos, a rede é enquadrada em um dos quatro níveis de maturidade operacional: ✅ Sua rede opera com maturidade gerencial elevada. O desafio é manter a excelência enquanto escala. ✅ Você tem bases sólidas, mas existem lacunas estruturais que precisam ser endereçadas antes do segundo semestre. ✅ Sua operação está em zona de risco. Decisões sem dados estruturados podem comprometer o resultado anual. ✅ É fundamental iniciar uma reorganização da capacidade de gestão da rede antes de qualquer movimento de expansão adicional. Você sabe em qual desses estágios está a sua rede? 👉 Acesse o artigo e faça a avaliação: https://lnkd.in/dAwNz4QE #Franchising #GestãoDeRedes #Operações #Governança #GestãoDePerformance

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    Em nossa experiência acompanhando redes de #franquias em diferentes estágios de maturidade, identificamos quatro dimensões que oferecem uma leitura confiável do status operacional e estratégico da rede no meio do ciclo anual: 1️⃣ Performance operacional das unidades O primeiro filtro é simples: quantas das suas unidades estão performando acima da média da rede? E mais importante: quem são as unidades abaixo? Elas representam um grupo isolado ou um padrão geográfico, de perfil de franqueado ou de mix de produto? A taxa de mortalidade média do setor em redes associadas à ABF Associação Brasileira de Franchising foi de 7,4% ao ano em 2025. Redes bem governadas operam entre 5% e 10%. Acima de 12%, há sinal de problema estrutural, seja na seleção de franqueados, no suporte, na rentabilidade do modelo ou no desalinhamento contratual. 2️⃣ Saúde do relacionamento com os franqueados Redes grandes convivem com um paradoxo: quanto maior a rede, mais difícil é manter a qualidade do relacionamento com cada #franqueado. O crescimento em número de unidades tende a impessoalizar o suporte e reduzir a percepção de valor do franqueado em relação à franqueadora. Os dados do setor mostram que esse relacionamento é crítico. Medir isso no meio do ano não é luxo, é prevenção de churn de franqueados, redução de conflito e manutenção da reputação da marca no mercado de captação. 3️⃣ Ritmo e qualidade da expansão O pipeline de expansão é o termômetro do futuro da rede. Mas crescer sem controle de qualidade é um dos erros mais custosos que uma #franqueadora pode cometer, porque cada unidade inaugurada com o franqueado errado, no ponto errado, sem a capacitação certa, gera um problema operacional em 12 a 24 meses. Segundo a Pesquisa Trimestral da ABF do 2º trimestre de 2025, 88% das redes já tinham multifranqueados em sua base, e a participação de franqueados com unidades de mais de uma marca saltou de 51% para 62%. Isso representa tanto uma oportunidade, onde #franqueados experientes abrem novas unidades com menor curva de aprendizado, quanto um risco, pois franqueados espalhados por múltiplas redes têm atenção dividida. 4️⃣ Capacidade organizacional interna da franqueadora Em redes que crescem rapidamente, existe um fenômeno recorrente: a operação das unidades cresce mais rápido do que a capacidade interna da franqueadora de geri-la. Times de campo subdimensionados, processos manuais que não escalam, #tecnologia que não integra os dados da rede. Tudo isso cria um gargalo silencioso que explode no segundo semestre. A pergunta mais relevante ainda é: a operação está evoluindo na velocidade necessária para atingir os objetivos definidos para o ano? 👉 Para aprofundar essa análise e conferir nosso instrumento de autoavaliação estruturado para lideranças de redes de franquias, acesse o artigo completo no UV Blog: https://lnkd.in/dAwNz4QE #Franchising #GestãoDeRedes #Operações #Governança #GestãoDePerformance

  • No universo corporativo tradicional, o mid-year review é uma prática consolidada. Em redes de #franquias, ele deveria ser ainda mais estratégico, porque as variáveis são amplificadas pelo número de unidades, pela diversidade geográfica e pela dependência do desempenho individual de cada franqueado. Uma rede com 150 unidades não é apenas 150 vezes maior do que uma unidade isolada. Representa 150 microambientes de operação, cada um com suas peculiaridades de mercado, de perfil de #franqueado e de resultado financeiro. Gerenciar esse volume sem um checkpoint estruturado no meio do ano é como navegar o segundo semestre sem balizas. Há três razões pelas quais o checkpoint semestral é insubstituível: 1️⃣ Janela de correção real: o segundo semestre ainda tem tempo suficiente para corrigir trajetórias. Uma decisão tomada em julho gera impacto até dezembro, tomada em outubro, gera impacto residual. 2️⃣ Visibilidade real vs. percebida: sem dados consolidados, lideranças tomam decisões baseadas em percepção. O checkpoint força o confronto entre o que se acredita e o que realmente acontece na operação. 3️⃣ Alinhamento de board: para redes com estruturas de governança mais sofisticadas, o mid-year é também o momento de alinhar expectativas com conselheiros, investidores e sócios sobre o que o segundo semestre entregará. 💡 As #redes que utilizam esse período para revisar indicadores, corrigir desvios e redefinir prioridades chegam ao fim do ano com muito mais capacidade de execução do que aquelas que apenas seguem o plano original independentemente do contexto. A pergunta é: a sua operação está onde a liderança esperava que ela estivesse em julho... e, mais importante, existe tempo e clareza suficientes para ajustar a rota até dezembro? 👉 Para aprofundar essa reflexão, acesse o artigo completo no UV Blog: https://lnkd.in/dAwNz4QE #Franchising #GestãoDeRedes #Operações #Governança #GestãoDePerformance

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