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Tornamos as atividades de back offices mais eficientes

About us

What is Fhinck ? Through software installed on computers, Fhinck reads the user experience with the technology used for their daily activities. Quantifying times, clicks and navigation in real time. Using statistical modeling and data science to identify where there are greatest opportunities and gains by increasing team’s performance and operational efficiency of each activities. - PEOPLE ANALYTICS - ACTIVITY ANALYTICS - SYSTEM ANALYTICS - AI POWERED INSIGHTS #Number 1 productivity software for big companies ranked by 100 Open Startups #100 Startups to Watch 2019

Website
https://fhinck.com/
Industry
Software Development
Company size
11-50 employees
Headquarters
São Paulo, SP
Type
Privately Held
Founded
2015
Specialties
Shared Services Center, Business Process Management, Business Solution, Leadership Development, Process Optimization, Reengineering, Software Development, Business Services, Knowledge Managment, Performance Management, Service Desk, Backoffice Automatization, RPA, Process Mining, Time Management, People Analytics, Artificial Intelligence, Data Analytics, Startup, and Solução para CSC

Locations

  • Primary

    Rua George Ohm 206

    Bloco A, Conj. 22

    São Paulo, SP 04576-020, BR

    Get directions

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Updates

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    Existe um padrão que se repete em quase toda empresa que tenta adotar IA. O tema desce para a TI, vira projeto técnico e perde a conexão com a decisão de negócio. No novo episódio do Fhinck Ahead, Paulo Castello conversa com Alexandre Pereira, fundador da Alkemia e quase 20 anos de SAP, sobre por que esse caminho costuma travar. Inteligência Artificial é um problema organizacional. Os organogramas foram desenhados para pessoas executarem tarefas, não para times híbridos de pessoas e agentes. Enquanto a estrutura não muda, o piloto que deu certo não escala. Para C-level, a pergunta deixa de ser “qual ferramenta de IA contratar” e passa a ser “como a organização decide, com quem e com qual contexto”. É sobre isso que vale a conversa. Episódio completo no nosso canal no YouTube: https://lnkd.in/eEmGUHqA

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    Tem uma palavra que aparece em quase toda conversa sobre transformação hoje: priorizar. Toda empresa tem dor, todo time tem ponto a melhorar. A pergunta é por onde começar. No novo episódio do Fhinck Ahead, Paulo Castello recebe Monique Antonini Cardoso, executiva de estratégia e operações da NTT DATA, para uma conversa sobre o que separa a transformação que vira resultado da que vira frustração. O fio condutor é justamente a expertise da Fhinck, os dados, que tornam a priorização indiscutível. IA é uma das iniciativas de transformação, mas precisa, como qualquer outra, comprovar retorno. Para quem está olhando para a própria operação e tentando decidir o próximo passo, é uma conversa sobre método em vez de hype. Assista no canal da Fhinck: https://lnkd.in/e-GVUVUX #FhinckAhead #AIFirst #InteligênciaOperacional #FhinckAhead #AIFirst #InteligênciaOperacional

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    Tem uma distância grande entre comprar ferramentas de IA e operar com IA. É a distância que separa empresas que rodam propostas e atendimentos de forma autônoma das que ainda travam — mesmo tendo acesso exatamente à mesma tecnologia. O gargalo deixou de ser o software. No novo episódio do Fhinck Ahead, Paulo Castello conversa com Gustavo Araújo, fundador do Distrito, sobre o que faz a diferença na prática: tratar IA como modelo operacional, começar pelos projetos que mexem o ponteiro e abandonar a cultura de POC que só consome tempo e budget. Para quem lidera, é a conversa sobre por que esse tema não pode mais ficar delegado a uma área isolada. Episódio completo no nosso canal no YouTube: https://lnkd.in/egfyK-rb

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    Adotar Inteligência Artificial para reduzir custo é o ponto de partida da maioria das empresas. E é, na nossa leitura, o ponto de partida errado. No novo Fhinck Ahead, Márcio Aguiar, diretor de Enterprise da NVIDIA para Brasil e América Latina, conversa com Paulo Castello, CEO da Fhinck, sobre um deslocamento que muda o resultado. A IA entra para aumentar valor, não para enxugar planilha. Um bom vendedor com agentes ao lado vende mais; uma área que gera receita cresce mais rápido. A conversa também trata do papel da liderança. Para os dois, a virada não se delega: o C-level precisa entender a própria operação e construir, ele mesmo, o primeiro agente. É a diferença entre aprovar IA de longe e organizar a empresa para operar com ela. Por que isso importa agora? O ritmo de evolução não vai esperar a empresa ficar confortável. Quem entende cedo a aplicação prática ganha tempo de aprendizado e tempo, aqui, é vantagem. Episódio completo no canal da Fhinck: https://lnkd.in/dnmmNhyv #AIFirst #GestãoAI #FuturoDoTrabalho

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    Novo episódio do Fhinck Ahead está no ar com uma conversa sobre como estratégia virou movimento, plano de 5 anos não existe mais e o quanto contexto proprietário é fundamental e vantagem competitiva quando o assunto é IA. Juliana Munaro e Paulo Castello conversaram com Renata Mello Feltrin, sócia-fundadora da Forward e ex-diretora executiva da CI&T. Para C-level que está reorganizando a operação ou avaliando se está fazendo as perguntas certas, esta é uma escuta direta. https://lnkd.in/eTuVm2KA #FhinckAhead #AIFirst #Liderança

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    Recebemos no Fhinck Ahead Rodrigo Scotti, fundador da Nama e um dos fundadores da ABRIA, a Associação Brasileira de Inteligência Artificial, onde hoje preside o conselho. Rodrigo e nosso CEO Paulo Castello dividiram a mesma aceleração do Google no Canadá em 2017. Almoçaram com Geoffrey Hinton, vencedor do Nobel sete anos depois, dias antes do paper Transformers ser publicado. Quase nove anos depois desse encontro, o que mudou está claro: IA deixou de ser pesquisa de fronteira para virar decisão de estrutura organizacional. A conversa não passa por hype nem por superficialidades. Passa pelo que o C-level precisa entender para não terceirizar a maior mudança operacional do nosso tempo e porque a maioria das empresas brasileiras está atrasada não por falta de tecnologia, mas por falta de letramento básico de quem decide. Episódio completo no canal da Fhinck. Vale o tempo: https://lnkd.in/dmJwbfgm

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    IA deixou de ser tecnologia. Virou força de trabalho. A diferença muda a cadeira do CEO. Ferramenta você compra, configura e guarda. Força de trabalho você organiza, treina, capacita, gerencia. Quem ainda enxerga IA como software vai contratar humano demais para tarefa que já tem agente disponível, e vai se descobrir atrasado em 18 meses. Esse é o tom do novo episódio do Fhinck Ahead, a nova temporada do podcast da Fhinck. A convidada é Marcia Asano, CEO da Woll e uma das pioneiras de IA no Brasil, com 30 anos de carreira, desde a era do mainframe. A conversa percorre três fases da IA, o case Flores Online (100% das vendas automatizadas, qualidade conferida por foto e IA no WhatsApp das floriculturas), a recusa pública da Márcia em virar Chief AI Officer de grandes empresas, e a janela de 3 a 5 anos para a virada. Para o C-level que precisa decidir agora, é leitura obrigatória. ▸ Assista no canal da Fhinck no YouTube: https://lnkd.in/dX4BHZ5E

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    Paulo Castello, CEO da Fhinck, foi entrevistado pela jornalista Nathalia Ariede no Jornal Times Brasil, do Times Brasil licenciado CNBC, sobre o processo que transformou a empresa em uma operação AI First. A conversa atravessou os três anos em que a Fhinck redesenhou a própria estrutura para operar com inteligência artificial por dentro. Nesse período, nossa equipe passou de 50 para 6 pessoas e o faturamento dobrou. Na entrevista, Paulo detalhou os três pontos que sustentam essa virada na Fhinck: — A IA não é uma tecnologia incorporada à operação, é a operação. Reorganizar a empresa em torno dela exige rever processos, cargos e camadas de gestão, não apenas adotar ferramentas. — O perfil profissional muda de natureza. Quem antes executava agora conduz times de IA, recruta agentes, define padrão técnico e responde por resultado de negócio. Analistas e engenheiros assumem postura executiva. — A transformação AI First é indelegável, deve partir do C-level. É uma decisão de redesenho da empresa que só o nível mais sênior tem autoridade para conduzir. A entrevista completa está disponível no canal do Times Brasil: https://lnkd.in/dhP8dYgF

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